Esquiar no Chile não é barato -é, junto com a Argentina, um dos destinos de esqui mais caros da América do Sul-, mas o orçamento varia bastante conforme o centro escolhido, a quantidade de dias e se soma hospedagem na montanha ou se sobe por um dia a partir de uma cidade próxima.
Os gastos principais
- Passe de esqui diário: o custo varia conforme o centro e a temporada (mais caro na alta temporada, julho, e em centros grandes como Valle Nevado ou Portillo do que em centros boutique como Corralco).
- Aluguel de equipamento: esquis ou prancha, botas e bastões, caso não se tenha equipamento próprio -a maioria dos visitantes internacionais aluga no Chile em vez de viajar com o seu.
- Aulas: recomendadas para iniciantes, cotadas à parte do passe de esqui na maioria dos centros.
- Hospedagem: a maior diferença de orçamento está entre centros com hotel próprio na montanha (Portillo, Valle Nevado) e centros onde se sobe por um dia a partir de uma cidade próxima com hospedagem mais econômica.
Como reduzir o orçamento sem perder a experiência
Esquiar durante a semana em vez de fim de semana, evitar a temporada mais alta (julho), e escolher um centro onde se sobe por um dia em vez de se hospedar na montanha são as formas mais simples de reduzir o gasto total sem sacrificar a qualidade da neve, que costuma ser parecida durante toda a temporada regular.
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