O Chile é, junto com a Argentina, o principal destino de esqui do hemisfério sul, o que o torna um destino de temporada inversa muito procurado por esquiadores do hemisfério norte que querem esquiar em julho ou agosto. A cordilheira oferece centros para todos os perfis: desde resorts grandes a uma hora de Santiago até centros boutique quase vazios em vulcões do sul.
Os centros perto de Santiago
A pouco mais de uma hora da capital, no setor de Farellones, concentram-se Valle Nevado, El Colorado e La Parva, os três conectados por um mesmo domínio esquiável conhecido como "Tres Valles" (três vales). É a opção mais prática para quem está de passagem por Santiago e quer esquiar sem somar um deslocamento longo.
Portillo, Chillán, Corralco e Antillanca
Mais longe de Santiago, cada um tem uma identidade própria: Portillo é o mais histórico e icônico, ao lado da Laguna del Inca; Nevados de Chillán combina esqui com termas ao pé de um vulcão ativo; Corralco é um centro boutique nas encostas do vulcão Lonquimay, na Araucanía; e Antillanca, na região de Los Lagos, é uma opção mais familiar e acessível.
| Centro | Região | Distância de Santiago | Perfil |
|---|---|---|---|
| Valle Nevado / El Colorado / La Parva | Metropolitana | ~1-1,5 h | Grande, variado, o mais internacional |
| Portillo | Valparaíso | ~2,5-3 h | Histórico, boutique, perto da Argentina |
| Nevados de Chillán | Ñuble | ~5-6 h | Esqui + termas, pista mais longa da América do Sul |
| Corralco | Araucanía | ~9-10 h / voo a Temuco | Boutique, vulcão Lonquimay, pouca gente |
| Antillanca | Los Lagos | ~11-12 h / voo a Osorno | Familiar, acessível, perto de Puyehue |
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Ver formatos publicitáriosA temporada de esqui no Chile vai, em geral, de junho a setembro/outubro conforme o ano e o centro, com julho como o mês de maior movimento por causa das férias de inverno chilenas e da alta temporada de visitantes do hemisfério norte.